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Monkeypox em 2026: Bahia confirma 2 casos e investiga mais

A Bahia confirmou dois casos de monkeypox, também conhecida como mpox, em 2026, segundo informações divulgadas nesta semana pela Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia). Além disso, o estado registrou sete notificações suspeitas da doença até o momento, com três já descartadas e duas ainda em

Por WTW19 · · 1 min de leitura

A Bahia confirmou dois casos de monkeypox, também conhecida como mpox, em 2026, segundo informações divulgadas nesta semana pela Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia). Além disso, o estado registrou sete notificações suspeitas da doença até o momento, com três já descartadas e duas ainda em investigação.

Um dos casos confirmados aconteceu em Vitória da Conquista, no interior da Bahia, e o outro é de origem importada, diagnosticado em Salvador, em um paciente residente em Osasco (SP). No caso de Vitória da Conquista, a paciente é uma mulher que não reside na cidade, mas buscou atendimento no Hospital Geral local. Atualmente, ela está em isolamento e apresenta boa evolução clínica.

A Sesab também informou que as investigações para os demais casos notificados continuam, seguindo os protocolos de vigilância epidemiológica.

A mpox é uma doença infecciosa zoonótica causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele de pessoas infectadas, especialmente quando há lesões. Também pode ser transmitida através do contato com secreções ou compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.

Os sintomas mais comuns da doença incluem febre, dores de cabeça e musculares, sensação de fraqueza e lesões na pele, que geralmente aparecem no rosto e podem se espalhar pelo corpo. O tratamento é baseado em medidas de suporte, focadas no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, uma vez que ainda não há medicamento específico aprovado para a mpox.

Pessoas diagnosticadas com a doença devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, um período que pode variar de duas a quatro semanas, dependendo da evolução clínica.

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