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iPhone de ouro de Roberto Carlos viraliza em jogo do Brasil; veja preço

Por WTW19 · · 5 min de leitura
iPhone de ouro de Roberto Carlos viraliza em jogo do Brasil; veja preço
Celular dourado de Roberto Carlos levantou dúvidas sobre modelo, preço e possível customização de luxo — Foto: Reprodução/CazéTV

O iPhone dourado visto com Roberto Carlos durante o jogo entre Brasil e Escócia, nesta quarta-feira (24), chamou atenção nas redes sociais e virou assunto entre torcedores. Durante a transmissão da partida da Copa do Mundo de 2026, usuários passaram a comentar o visual do aparelho segurado pelo pentacampeão, levantando dúvidas sobre o modelo, o preço e se o acabamento seria de ouro de verdade ou apenas uma capinha personalizada.

A repercussão reacendeu a curiosidade sobre um mercado restrito de iPhones de luxo personalizados por marcas como Caviar e Goldgenie, que transformam celulares da Apple em peças com ouro, platina, diamantes e couro. Na Caviar, por exemplo, versões personalizadas do iPhone 17 Pro podem chegar a US$ 80.290, cerca de R$ 418 mil em conversão direta, dependendo dos materiais usados.

Já a Goldgenie vende modelos banhados a ouro 24 quilates com preços a partir de US$ 2.985,72, podendo superar US$ 16 mil, algo entre cerca de R$ 15,5 mil e R$ 85,6 mil. No caso do celular visto com Roberto Carlos, ainda não há confirmação de que o aparelho seja de uma dessas marcas, nem de que tenha ouro de verdade no acabamento.

O celular dourado visto com Roberto Carlos virou assunto durante a transmissão de Brasil x Escócia pela Copa do Mundo de 2026. Em um momento da partida, as câmeras mostraram o ex-lateral segurando um aparelho com visual de iPhone 17 Pro Max e acabamento chamativo em tom de ouro, ao lado de outros campeões do penta. A aparição foi rápida, mas bastou para gerar curiosidade nas redes sociais.

No X (antigo Twitter), usuários passaram a comentar o aparelho quase em tempo real. Parte do público quis saber quanto custava o celular, enquanto outros brincaram que o acessório havia roubado a cena durante o jogo. Também surgiram especulações sobre a origem do visual: alguns internautas levantaram a possibilidade de ser uma versão personalizada por marcas de luxo, enquanto outros apostaram em uma capinha dourada ou em um envelopamento.

Houve muitas brincadeiras sobre o visual chamativo do aparelho. Alguns usuários disseram que o iPhone parecia “uma barra de ouro”, enquanto outros ironizaram que Roberto Carlos teria “derretido a taça do penta” para fazer o celular. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a origem do acabamento. As imagens exibidas na transmissão mostram um aparelho aparentemente compatível com o iPhone 17 Pro Max, mas não permitem confirmar se há ouro, banho de ouro ou apenas uma capa personalizada.

Por isso, as comparações com marcas como Caviar e Goldgenie servem apenas para mostrar quanto podem custar iPhones modificados com ouro e materiais nobres, sem indicar que o aparelho visto no jogo tenha sido produzido por uma dessas empresas. Nem todo mundo, porém, acreditou que se tratava de uma versão de luxo. Parte dos usuários levantou a hipótese de que o celular fosse apenas uma capinha dourada, um envelopamento ou uma personalização mais simples.

O preço de um iPhone 17 Pro dourado pode variar de algumas dezenas de milhares de reais a mais de R$ 400 mil, dependendo do tipo de customização. A diferença está nos materiais usados, no método de aplicação do ouro, na presença de diamantes ou outras pedras preciosas, na capacidade de armazenamento do iPhone e no grau de exclusividade da edição. Em geral, versões apenas banhadas a ouro custam menos do que modelos com peças em ouro maciço, acabamento artesanal complexo e tiragem limitada.

A Caviar é uma das marcas mais conhecidas desse mercado. A empresa surgiu no início da década de 2010, na Rússia, e ganhou fama internacional ao transformar celulares, relógios e outros eletrônicos em peças de luxo. Atualmente, a operação internacional da marca é sediada em Dubai. No catálogo, há modelos de iPhone com ouro 18 quilates, diamantes, meteoritos, titânio e edições extremamente limitadas. Um dos exemplos mais caros é o iPhone 17 Pro Solar, listado por US$ 80.290, cerca de R$ 418 mil em conversão direta. O modelo tem corpo em ouro 18 quilates, acabamento espelhado, logotipo da Apple com 58 diamantes e edição limitada a apenas três unidades.

A Goldgenie segue uma proposta parecida, mas trabalha com uma faixa de preços mais ampla. A marca, com operação em Londres e Dubai, oferece iPhones banhados a ouro 24 quilates, versões em platina, ouro rosé, acabamento em carbono e opções sob medida. A linha iPhone 17 Pro e Pro Max personalizada pela marca parte de US$ 2.985,72, cerca de R$ 15,5 mil em conversão direta. Já o modelo 24k Gold iPhone 17 Elite Pro and Pro Max custa entre US$ 3.937,02 e US$ 16.439,82, algo entre aproximadamente R$ 20,5 mil e R$ 85,6 mil. Segundo a empresa, essa versão recebe uma camada de 5 mícrons de ouro 24 quilates no exterior do aparelho.

Caviar e Goldgenie são marcas reais e conhecidas no nicho de eletrônicos de luxo, com sites próprios, atendimento internacional e histórico de produtos personalizados. Elas não vendem iPhones “falsos”, mas aparelhos originais modificados externamente com materiais nobres, como ouro, platina, couro, carbono e pedras preciosas. Ainda assim, é importante entender que esses produtos não são edições oficiais da Apple, e sim customizações feitas por empresas terceirizadas.

Na prática, no entanto, a segurança da compra depende de alguns cuidados. O ideal é comprar apenas pelos canais oficiais das marcas, conferir formas de pagamento, política de garantia, certificado de autenticidade, prazo de entrega e condições de devolução. A Goldgenie, por exemplo, informa que seus modelos acompanham caixa de luxo, documentação original da Apple e certificado de autenticidade. Já a Caviar oferece garantia própria e serviço de personalização sob encomenda.

Como o iPhone é modificado por terceiros, o consumidor não deve presumir que terá a mesma cobertura oferecida pela Apple para um aparelho comum comprado em loja oficial. Além disso, quem importa um modelo desses para o Brasil pode ter custos extras com frete, impostos, taxas alfandegárias e eventuais limitações de assistência técnica no país. Portanto, Caviar e Goldgenie podem ser consideradas empresas estabelecidas no mercado de luxo, mas isso não significa que a compra seja simples ou livre de riscos. Para a maioria dos consumidores, um iPhone comum comprado em canal oficial continua sendo a opção mais segura.

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