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Dia D no DF contra abuso infantil

O Dia D de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes acontece nesta quinta-feira (14), com ações educativas em diferentes pontos do Distrito Federal. As atividades integram a Operação Caminhos Seguros 2026 e fazem parte da campanha Maio Laranja, que reforça a conscientização

Por WTW19 · · 1 min de leitura

O Dia D de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes acontece nesta quinta-feira (14), com ações educativas em diferentes pontos do Distrito Federal. As atividades integram a Operação Caminhos Seguros 2026 e fazem parte da campanha Maio Laranja, que reforça a conscientização e o enfrentamento à violência infantojuvenil.

No período da manhã, das 8h às 12h, será realizada uma blitz educativa na unidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Santa Maria. Durante a ação, equipes da Secretaria de Justiça do DF e de órgãos parceiros abordarão motoristas e passageiros para distribuir materiais informativos e orientar a população sobre prevenção, identificação e denúncia de casos de violência contra crianças e adolescentes.

À tarde, a mobilização segue nas proximidades da Feira dos Importados, em parceria com o Detran-DF. A ação também prevê abordagens a veículos e distribuição de materiais educativos voltados à conscientização da população.

A campanha Maio Laranja é realizada anualmente no Brasil desde maio de 2018, instituída pela Lei nº 13.431/2017. O mês foi escolhido em referência ao dia 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi criada em memória do caso de Araceli, uma menina de oito anos que foi sequestrada, violentada e assassinada em Vitória, no Espírito Santo, em 1973.

As denúncias de violência contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100, canal mantido pelo governo federal que funciona 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados. O serviço é gratuito e garante o anonimato do denunciante. Também é possível registrar a ocorrência em qualquer delegacia de polícia ou pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil.

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