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10 metroidvanias indies melhores que Hollow Knight

Por WTW19 · · 4 min de leitura
10 metroidvanias indies melhores que Hollow Knight
Ori and The Will of The Wisps é a sequência de Ori and The Blind Forest — Foto: Divulgação/Moon Studios

Hollow Knight se tornou uma grande referência no gênero metroidvania por sua exploração, combate desafiador e mundo interconectado cheio de segredos. O sucesso do jogo da Team Cherry ajudou a impulsionar uma nova geração de jogos que seguem a mesma fórmula. O gênero hoje reúne desde aventuras com visuais desenhados à mão até produções que misturam elementos de soulslike, RPG e ficção científica.

O TechTudo reuniu 10 metroidvanias que se destacam pela qualidade da exploração, criatividade das mecânicas e boa recepção da crítica. Entre os destaques estão títulos como Ori and the Will of the Wisps, Nine Sols, Animal Well e Blasphemous 2, todos com avaliações positivas em agregadores como Metacritic e OpenCritic.

Ori and the Will of the Wisps (2020) é um dos metroidvanias mais aclamados dos últimos anos. Desenvolvido pela Moon Studios, o jogo acompanha o espírito guardião Ori em uma nova aventura pelo reino de Niwen. A exploração é um dos pilares da experiência, com novas habilidades sendo desbloqueadas para acessar regiões antes inacessíveis. A direção artística combina cenários detalhados, animações fluidas e uma trilha sonora marcante. O jogo tem nota 90 no Metacritic.

Nine Sols (2024), da Red Candle Games, combina exploração, combate desafiador e uma ambientação inspirada na mitologia asiática. O jogo tem um mundo desenhado à mão que mistura ficção científica cyberpunk com conceitos do taoismo, criando o estilo "taopunk". A história acompanha Yi, um guerreiro que acorda após séculos para derrotar os Nove Sols. O sistema de combate é inspirado em jogos como Sekiro e recompensa o uso de parries. O jogo tem nota 84 no Metacritic e 86 no OpenCritic.

Animal Well (2024) foi desenvolvido praticamente por uma única pessoa, Billy Basso. O jogo coloca o jogador no controle de uma criatura gelatinosa em um labirinto subterrâneo. Diferente de outros metroidvanias, não há foco em combate direto. A progressão é baseada em exploração, observação do ambiente e resolução de quebra-cabeças. A direção artística em pixel art combina iluminação dinâmica e efeitos visuais. O jogo alcançou 91 pontos no Metacritic e 89 no OpenCritic.

Blasphemous 2 (2023), do estúdio The Game Kitchen, coloca o jogador no controle do Penitente, um guerreiro que retorna para impedir o nascimento de uma criança profética. A aventura se passa em um mundo com simbolismos religiosos e criaturas grotescas. O combate oferece confrontos intensos contra inimigos e chefes. A direção artística em pixel art permanece como marca registrada da série. O jogo tem nota 84 no Metacritic.

Ender Lilies: Quietus of the Knights (2021) acompanha a jovem Lily em sua jornada pelo País do Fim, um reino devastado pela Chuva da Morte. O sistema de combate permite que Lily utilize os espíritos de guerreiros purificados ao longo da jornada. Existem 26 habilidades diferentes que podem ser combinadas. O título alcançou nota 86 no Metacritic e 85 no OpenCritic.

Ultros (2024), da Hadoque, é um metroidvania de ficção científica com direção artística psicodélica assinada por Niklas Åkerblad, conhecido por seu trabalho em Hotline Miami. O jogo se passa dentro de uma nave espacial chamada Sarcófago. A jogabilidade combina exploração com mecânicas de loops temporais e um sistema de jardinagem que altera o ecossistema da nave. Ultros alcançou nota 81 no Metacritic e 79 no OpenCritic.

Grime (2021), da Clover Bite, se passa em um universo surreal. O jogador controla Vessel, uma criatura de pedra com um buraco negro no lugar da cabeça. O protagonista pode absorver a essência dos adversários derrotados para adquirir vantagens. O sistema de combate incentiva o uso de parries precisos. O título tem nota 81 no Metacritic e 81 no OpenCritic.

Haiku, the Robot (2022), da Mister Morris Games, acompanha um pequeno robô que explora o reino mecânico de Arcadia. O jogo é considerado uma boa porta de entrada para o gênero por não ter um nível de dificuldade tão alto. O combate é simples de aprender e a movimentação se torna mais dinâmica com a aquisição de melhorias. O jogo alcançou nota 79 no Metacritic.

Axiom Verge 2 (2021), de Thomas Happ, coloca a bilionária Indra Chaudhari em um mundo alienígena chamado Kiengir. O jogo enfatiza a descoberta e a exploração do mapa. Um dos diferenciais é a mecânica da Fenda, uma realidade paralela que permite solucionar quebra-cabeças e encontrar segredos. O título tem nota 76 no Metacritic e 78 no OpenCritic.

Crowsworn, do estúdio Mongoose Rodeo, é um dos metroidvanias mais aguardados. O jogo se passa em Fearanndal, um reino que foi mergulhado no caos por uma maldição. O combate combina Foice, Pistolas e Magia Corviana. A direção artística desenhada à mão mistura elementos góticos. O jogo ainda não tem data de lançamento e está previsto para PC, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch, com lançamento no Xbox Game Pass.

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