8 erros que destroem o desempenho do celular
Erros no uso do celular podem afetar o desempenho do aparelho, que perde saúde de bateria e agilidade no processamento. Na maioria dos casos, a culpa é de hábitos simples do dia a dia, como deixar o armazenamento cheio, acumular aplicativos sem uso e ignorar atualizações. Mesmo assim, existem ajuste

Erros no uso do celular podem afetar o desempenho do aparelho, que perde saúde de bateria e agilidade no processamento. Na maioria dos casos, a culpa é de hábitos simples do dia a dia, como deixar o armazenamento cheio, acumular aplicativos sem uso e ignorar atualizações. Mesmo assim, existem ajustes de configuração e usabilidade para prolongar a vida útil e a praticidade dos celulares. O TechTudo separou uma lista com os oito erros mais comuns e explica como evitá-los no Android e no iPhone (iOS).
Deixar o armazenamento quase cheio é um dos principais erros. O celular precisa de espaço livre para funcionar bem. É nessa memória que o sistema salva arquivos temporários, roda apps e processa informações em segundo plano. Quando chega no limite, o smartphone começa a travar. No Android, a função “Liberar espaço” nas configurações ajuda a identificar o que pode ser apagado ou enviado para a nuvem. No iPhone, as sugestões ficam em Ajustes > Geral > Armazenamento do iPhone. O ideal é manter pelo menos 10% a 15% da memória sempre livre.
Acumular aplicativos que não são mais usados também afeta o desempenho. Vários apps continuam rodando em segundo plano mesmo sem uso, o que consome memória RAM e processamento. No Android, o Google arquiva automaticamente os apps pouco utilizados para liberar espaço. O iPhone tem a opção “Descarregar apps não utilizados”. Vale ativar nos dois sistemas e revisar os aplicativos instalados de vez em quando.
Ignorar atualizações do sistema traz impactos negativos. Cada nova versão do Android ou do iOS inclui correções para falhas que deixam o aparelho mais lento. Sem atualizar, o sistema continua carregando bugs já resolvidos. Tanto o Google quanto a Apple recomendam manter o sistema sempre na versão mais recente.
Usar apps de “limpeza” duvidosos costuma não entregar o resultado desejado. Boa parte deles exibe anúncios em excesso, pede permissões desnecessárias e adiciona mais processos em segundo plano. O Android e o iPhone já têm ferramentas nativas que otimizam memória e bateria. A FTC, órgão de proteção ao consumidor dos Estados Unidos, alerta que instalar apps de procedência duvidosa pode abrir caminho para malwares.
Manter dezenas de apps abertos em segundo plano ocupa memória RAM. Em aparelhos mais simples, isso causa travamentos e aumento na temperatura. Forçar o encerramento de apps no Android pode ter o efeito contrário. O próprio Android gerencia isso de forma automática, mas manter a Bateria Adaptativa ativada é um ajuste que funciona. No iPhone, desativar a atualização de apps pouco usados é outra correção útil.
Baixar APKs fora da Google Play Store ou da App Store oferece riscos de segurança. Esses arquivos não passam por verificação e podem esconder programas maliciosos que rodam em segundo plano. Apps baixados fora das lojas oficiais também não recebem atualização automática, o que aumenta a chance de bugs.
Deixar brilho, GPS e Bluetooth sempre ativos drena a bateria e sobrecarrega o processador. O Google recomenda desligar o Bluetooth quando não estiver em uso, limitar o acesso ao GPS e reduzir o brilho da tela. Ativar o brilho automático é uma boa saída para equilibrar visibilidade e consumo.
Nunca reiniciar o celular gera acúmulo de processos e dados na memória. É recomendado reiniciar o Android regularmente para otimizar o desempenho. O suporte oficial da Apple indica reiniciar o iPhone como primeiro passo para resolver lentidão e travamentos. Colocar o celular em modo de suspensão não tem o mesmo efeito do reinício completo.